1 de agosto de 2007

É obra!

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Quero aproveitar este espaço público que é o Jazz No País do Improviso! para agradecer a todos os que possibilitaram a realização do livro O Jazz Segundo Villas-Boas.

O verdadeiro sucesso que esta obra tem alcançado, com 60% do total de exemplares vendidos em apenas 4 meses... é fruto de um trabalho de equipa que começou no Hot Clube de Portugal, passou por várias personalidades que prestaram depoimentos e cederam material fotográfico e documental, por vários jornalistas e comunicadores que gentil e graciosamente cederam as entrevistas que ao longo dos anos realizaram a Villas-Boas, ganhou forma através da editora Assírio & Alvim, tornou-se público graças ao envolvimento do Teatro Municipal São Luiz (que desde a primeira hora, através do seu Director, acarinhou o seu lançamento) e de um conjunto formidável de músicos protugueses de vários estilos musicais (muitos deles amigos de Villas-Boas) e culminou na divulgação realizada por vários órgãos de comunicação social, que tão generosamente me convidaram a participar em programas e espaços noticiosos.

Não clamo, pois, os louros para mim, mas sim para esta equipa e sobretudo para Luís Villas-Boas, que ainda hoje continua a ser respeitado e a suscitar o interesse dos amadores de Jazz.

Em agradecimento a todos que colaboraram no Jazz Segundo Villas-Boas aqui fica, pois, renovado o meu sincero agradecimento.

Este livro não teria sido possível sem o empenho do Hot Clube de Portugal, na pessoa do seu presidente, Eng.º Bernardo Moreira, que apoiou este projecto desde a primeira hora, de Inês Cunha, curadora do espólio de Villas-Boas (que se encontra confiado desde 1998 a esta instituição), cuja generosidade e interesse que dedicou à presente obra foram notáveis e absolutamente fundamentais para a sua concretização com a qualidade que nos impusemos, e de Mercedes Pineda.

De igual forma, se revelaram vitais os contributos recebidos por parte de Maria Helena Villas-Boas (que incansavelmente apoiou a contextualizar e datar alguns dos eventos marcantes da vida de Villas-Boas), Acácio Barradas, Alexandra Prista (Centro Nacional de Cultura), António Ruella Ramos (que cedeu gentilmente as fotografias do arquivo do Diário de Lisboa), Augusto Mayer e Ivo Mayer (que nos ajudaram a situar o percurso de Villas-Boas e do Hot Clube de Portugal e cederam importantes fotografias), Carlos Sirgado (Chefe da Divisão de Alunos da Universidade de Lisboa), Cristina Cavaco (Arquivo do Diário de Notícias), Diniz de Abreu, Duarte Mendonça, Fernando Tordo, João Braga, John Kelman (www.allaboutjazz.com), José Manuel (autor da fotografia da contracapa), José Rafael Botelho, Júlia Saldanha (Centro de Documentação e Informação da Fundação Portuguesa das Comunicações), Julien Jacquenoud (que reviu a tradução da entrevista de Villas-Boas à Sweet and Hot Magazine), Lídia Cruz e Maria Ofélia Monteiro Cabral e Silva (Conservatório Nacional), Luís de Azevedo, Maria Viana, Mariana Viana, Rui Tentúgal (que deu um contributo decisivo para a edição deste livro pela Assírio & Alvim), Vasco da Rocha Cardoso (cujo depoimento se revelou essencial para a biografia de Villas-Boas) e Vasco Hogan Teves. A todos estamos agradecidos e em dívida. Estendemos igualmente os nossos agradecimentos ao Instituto de Meteorologia e ao Sindicato dos Jornalistas.

Uma palavra de agradecimento é sobretudo devida aos autores das entrevistas a Villas-Boas que apresentamos no capítulo IV, os quais acederam desde a primeira hora a que os seus artigos fossem incluídos nesta obra: Anabela Martins da Cruz, António José Teixeira, António Macedo, Fernando Cascais, José Nuno Martins, Manuel Gonçalves da Silva, Manuel Jorge Veloso, Maria João Lourenço e Maria Leonor Nunes. Publicamos aindas duas entrevistas, uma por Maria Carlota Álvares da Guerra e outra por Celestino Amaral, ambos já falecidos.

Last but not least, um agradecimento muito especial ao Professor José-Augusto França, que gentilmente acedeu a prefaciar este livro, a George Wein, que teve a amabilidade de escrever o respectivo posfácio, e ao Dr. Manuel Rosa, director editorial da Assírio & Alvim, que tornou possível partilhá-lo com o público, particularmente os amadores de jazz.

2 Comments:

At quinta ago 02, 01:43:00 da tarde 2007, Anonymous Anónimo said...

Louvável, o realce dado ao colectivismo da obra. Atitudes que vão sendo cada vez mais raras.

 
At sexta ago 03, 12:20:00 da tarde 2007, Blogger odete pinto said...

Sem dúvida, exemplar. Que ao menos haja sensibilidade para notar diferenças. É cada vez mais preciso.

 

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